As escalações de São Paulo e Flamengo estão confirmadas!
No Tricolor, Carlinhos Paraíba começa no banco de reservas e Cícero é titular no meio de campo. No Rubro-Negro, Deivid está confrimado no ataque ao lado de Ronaldinho Gaúcho.
Coritiba e Figueirense fazem jogo de seis pontos em Floripa. Os dois times têm 36 pontos e estão bem no meio da tabela de classificação da Série A do Brasileirão. Como a diferença para o sonhado G-5 é de apenas cinco pontos, os dois perseguem a possibilidade de brigar por uma vaga.
Coritiba e Figueirense iniciaram a 27ª rodada do Campeonato Brasileiro de olho no G-5. E, abraçados, assistiram o Fluminense abrir sete pontos. O sonho de classificação para a Libertadores ficou mais distante após um empate morno por 0 a 0 no Orlando Scarpelli. As duas equipes somam 37 pontos (vantagem para o Coxa no número de vitórias: 10 a 9).
Na próxima rodada (domingo, 09/10) o Figueira visita o Ceará, no Estádio Presidente Vargas. O Coxa recebe o Grêmio, no Couto Pereira, no sábado.
Primeiro tempo morno
O técnico Jorginho, sem Elias e Fernandes, que ainda recuperam a forma física após se lesionarem, manteve o jovem Jean Deretti, de 18 anos, no time titular. Ao lado de Maicon, a cria das divisões de base do Figueira jogava pela primeira vez diante da torcida – estreou contra o Santos, na Vila Belmiro. E quase não apareceu.
Com um Maicon pouco operante no meio de campo, restava a opção ofensiva com Wellington Nem. Rápido e veloz, porém, ele era bem marcado. Pela direita, com o apoio do lateral Bruno, ainda arriscou alguns cruzamentos (foram três bolas levantas na área por cada um no primeiro tempo). Mas, seguro, Vanderlei cortou com eficiência em todas oportunidades.
No dia em que completou 100 jogos com a camisa do Coritiba, Vanderlei foi o principal nome no primeiro tempo ao defender uma bela falta cobrada por Julio César e passar segurança quando exigido. No início da partida, quando o Coxa dominava, assistiu ao chute cruzado de Tcheco, logo aos oito minutos, que passou rente à trave de Ricardo.
Depois, com o passar do tempo e o crescimento do Figueirense, Vanderlei precisou trabalhar. Foram seis finalizações dos anfitriões contra duas da sua equipe. O baixo número de tentativas se deve ao fato de o meio de campo praticamente não encontrar espaços após o susto que Tcheco deu na torcida alvinegra. Everton Costa (substituto de Rafinha, lesionado), mais na base da vontade que propriamente com técnica, se esforçou, mas em nada pôde ajudar.
Somália é vaiado
Atento à falta de criatividade da equipe, o técnico Jorginho tirou Deretti e colocou Somália na volta do intervalo. Wellington Nem passou a ocupar mais o meio de campo, caindo pelos dois lados. No entanto, os 15 minutos iniciais seguiram o padrão do primeiro, com mais cruzamentos infrutíferos do que chances claras.
O Coritiba, também sem muitas alternativas, apostava em um chutes de fora da área e bola levantadas sem nenhuma direção. Everton Costa, a melhor opção até então, assustou em chute de fora da área. Assim como Tcheco, que exigiu uma boa defesa de Ricardo.
Enquanto Somália (não finalizou uma vez sequer) era vaiado pela torcida, Bruno deixava o campo machucado. Pior para o Figueirense, que perdeu sua principal arma no ataque. Mas o mesmo lado direito que era a melhor alternativa de Jorginho, também dava dor de cabeça atrás.
O problema é que o Coritiba não soube aproveitar, mesmo com a tentativa do técnico Marcelo Oliveira ao colocar em campo Anderson Aquino e Leonardo. Ruim para os dois times, agora mais distantes do G-5.
O Inter teve dificuldades para vencer o Atlético-PR por 1 a 0 no último encontro entre as duas equipes, no primeiro turno do Brasileirão, em 6 de julho, no Beira-Rio. A vitória foi assegurada no segundo tempo, com gol de Oscar, e garantiu ao time colorado sua única entrada na zona de classificação para a Libertadores em todo o campeonato. O Furacão chegava ao oitavo jogo seguido sem vitórias - com apenas um ponto conquistado, afundado na lanterna.
O Raio-X do duelo entre Vasco e Corinthians é marcado pelo equilíbrio. Confira as opiniões dos comentaristas Caio Ribeiro, Carlos Eduardo Lino e Lédio Carmona, além das médias das notas do Troféu Armando Nogueira e o atual momento de cada jogador
Em dois pontos estava e em dois pontos continuou a distância do líder Vasco para o vice-líder Corinthians. Os ponteiros do Campeonato Brasileiro duelaram intensamente neste domingo, em São Januário, e empataram por 2 a 2.
Mesmo atrás no marcador em duas ocasiões, o Timão sai do Rio tendo mais a lamentar. O time perdeu pelo menos três chances nos minutos finais e ainda reclama de um pênalti – Fagner teria colocado a mão na bola – no primeiro tempo.
O Vasco teve em Dedé seu ponto forte. Firme atrás e perigoso na frente, o zagueiro abriu o placar de cabeça. Alex empatou, mas Fagner colocou novamente os anfitriões em vantagem. No segundo tempo, Danilo, o melhor corintiano em campo, garantiu o pontinho
Ainda líder, o time cruz-maltino chega aos 50 pontos e na 28ª rodada duela contra o Inter, no Beira-Rio. O Timão, por sua vez, tem 48 e recebe o Atlético-GO no domingo.
Defensores colocam Vasco na boa; Corinthians reclama de pênalti ignorado
O banco do Vasco teve duas novidades. Fora dos campos desde o fim de agosto, Felipe voltou a ser relacionado. O mesmo aconteceu com o volante Nilton, que operou o joelho duas vezes e estava recuperando-se há quase um ano.
Do outro lado, o Corinthians empilhou desfalques importantes. Principalmente no ataque. Sem contar com Emerson, suspenso, e Liedson, machucado, houve até a tentativa de antecipar a estreia de Adriano. Porém, por precaução, o Imperador sequer ficou no banco. Tite escalou Willian e Jorge Henrique.
Os visitantes tiveram mais posse de bola nos minutos iniciais e priorizaram as tentativas pelo lado direito, com Jorge Henrique. Mas a primeira chance foi vascaína. Juninho levantou com precisão, mas Elton, mesmo livre, cabeceou fraco e Julio César segurou.
Aos dez, Leandro Castán cabeceou até acertou o pé da trave, mas o zagueiro estava impedido e a jogada foi interrompida acertadamente.
Em outra bola aérea, aos 15, o Vasco abriu o placar. Juninho cobrou escanteio da direita, Dedé subiu no meio da área e cabeceou por cima de Julio César. A bola bateu no travessão antes de entrar. Foi o quarto gol do zagueiro no Brasileirão.
O Corinthians não se abalou com a falha defensiva e empatou pouco depois. Paulinho fez ótimo lançamento para Danilo na direita. O recebeu nas costas de Marcio Careca, avançou e rolou para Alex chutar no alto, com o gol vazio.
O goleiro Julio César deu um susto aos 25. Elton tentou desviar cruzamento da direita, mas acertou – sem querer – o joelho na cabeça do corintiano, que e ficou imóvel por alguns segundos. Entretanto, após atendimento médico, ele voltou ao jogo sem problemas.
O Corinthians teve o que lamentar nos minutos finais no primeiro tempo. Primeiro, Fagner bloqueou com o antebraço direito dentro da área uma bola cabeçada por Jorge Henrique. O árbitro Sandro Meira Ricci não entendeu que foi pênalti.
- Vi que a bola resvalou em mim, mas nem sei onde. Foi sem intenção alguma - justificou o lateral vascaíno.
Logo depois, Paulinho teve a chance dentro da pequena área, mas, com o gol aberto, desviou para fora. Por último, quando estava melhor no jogo, o time permitiu um contragolpe mortal dos anfitriões. Eder Luis fez ótima jogada no meio e acionou Fagner. Ele esperou a saída de Julio César e tocou por cima para fazer o segundo gol.
Danilo empata, mas Timão chuta para fora a chance de virada
O Corinthians passou a ter um incentivo a mais para buscar o empate. Durante o intervalo, cerca de 30 ônibus com as torcidas organizadas chegaram ao estádio. Mas o time não conseguiu se impor.
O Vasco trocou Elton por Alecsandro e Juninho por Allan. Sumido no primeiro tempo, Diego Souza fez a primeira boa jogada no duelo aos 13. Ele girou na ponta direita, entrou na área e finalizou cruzado. Julio César socou para frente. A soberania de Dedé nas bolas aéreas teve novo capítulo pouco depois. Mas desta vez a cabeçada passou rente à trave.
A iminência do terceiro gol despertou o Corinthians. Alex bateu falta lateral e Paulinho, livre, não alcançou. Pouco depois, aos 23, Danilo recebeu cruzamento de Willian e cabeceou no canto direito para empatar.
O mesmo Danilo teve chance semelhante da virada após outro belo cruzamento de Willian. A bola, desta vez, passou rente à trave esquerda.
As chances se multiplicaram. O Vasco chegou a celebrar a o terceiro gol em desvio de Alecsandro. Contudo, o auxiliar Altemir Hausmann assinalou impedimento corretamente. Na continuação, Danilo obrigou Fernando Prass a fazer excelente defesa. Willian também teve suas chances, mas bateu por cima e no lado de fora da rede.